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Descrente ou sonhador: qual o seu nível de literacia de dados?

Descrente ou sonhador: qual o seu nível de literacia de dados?

Vivemos num mundo dominado pela métrica. Os dados multiplicam-se, inundam todas as áreas do saber, deixam de ser um exclusivo do domínio dos números para conquistar todas as dimensões. Os dados recolhem-se, vendem-se, trocam-se, compram-se. São a base das decisões, a razão para as estratégias, o motivo para as políticas. Ainda assim, um estudo da empresa Qlik revela que nem todos conseguem ler os dados, interpretá-los, usá-los. Esse mesmo estudo confirma que são diferentes os níveis de literacia de dados. Sabe qual é o seu?

O descrente - É aquele que não abdica da intuição e dos sentimentos na hora da tomada de decisões, que duvida dos processos orientados para e pelos dados. Cansado do volume de informação, das estatísticas, dos factos com que é bombardeado diariamente, tenta fugir aos dados e delega nos analistas a preocupação com esta temática. Mas num mundo de dados, a descrença pode ter um preço demasiado elevado.

O sonhador - Sabe que os dados são importantes e reconhece neles a oportunidade de fazer mais e melhor. Mas sabe também que o seu nível de literacia não é, aqui, dos mais elevados. Anseia por mais conhecimento sobre o tema, procurando junto dos especialistas a ajuda de que necessita, ainda que desconhecendo por onde deve começar para melhorar o seu nível de literacia nesta matéria.

O cavaleiro andante - Tem capacidade para lidar com os dados, mas a sua armadura não é forte o suficiente para fazer frente ao volume com que é inundado diariamente. Tendo em conta as suas capacidades, pode vir a levar de vencida a fileira de adversários, mas precisa de tempo e mais informações para o fazer.

O aristocrata - O nome diz tudo: nesta categoria cabe aquele que se destaca, que está mais à frente quando o tema é os dados e o seu tratamento. É um verdadeiro campeão nesta matéria, revelando uma capacidade superior para os dominar. Costuma, por isso, ocupar lugares de destaque na análise dos dados e na tomada de decisão com base nesta fonte, devendo esforçar-se cada vez mais para ajudar a melhorar as capacidades daqueles que os rodeiam.

A análise da Qlik mostra ainda que a quase maioria dos inquiridos (45%) que participaram no estudo confirmaram que a base das suas decisões é outra que não os dados. Para estes, o caminho tem de ser a educação, o treino, não só na análise dos dados, mas sobretudo uma chamada de atenção para a sua importância e impacto que podem ter nas empresas. 

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