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A forma certa e errada de pedir desculpa quando erra


A forma certa e errada de pedir desculpa quando erra.

Errar é humano e, por isso, todos o fazemos. Claro que há erros e erros e depois há que os admitir, assumir a responsabilidade pelos mesmos e pedir desculpa. É assim, ou devia ser, em todos os aspetos da vida, sendo que o profissional não é exceção. Mas aqui, se há erros e erros, também há desculpas e desculpas. Ou seja, há vários tipos, diferentes formas de pedir perdão pelo mal feito, algumas melhores que outras. A lista que se segue ajuda a escolher, para que, quando o momento surgir, possa dar uma desculpa à altura da ocasião.

A desculpa sem culpa - Este é um pedido de desculpa a evitar e isto porque funciona quase como se pedisse desculpa... recusando a culpa. De nada vale dizer que já se aprendeu muito com o erro, o que não o torna mais pequeno, ou tentar justificar o acontecido - se há justificação, então não é preciso um pedido de desculpa. Já agora, deixe o humor de fora desta equação. Pode fazer-se uma piada depois, quando a situação estiver resolvida, mas durante é arriscado, uma vez que soa a pouco sincero.

A desculpa oca - Dizer “peço desculpa” e nada mais é pouco, muito pouco. Uma desculpa vazia vale o que vale e não é muito. A forma até pode lá estar, mas e o conteúdo? Aqui, peca-se por defeito, que é quase tão mau como pecar por excesso.

A desculpa excessiva - É um pouco como a desculpa sem culpa, é aquela onde cabe tudo e mais alguma coisa, o inverso completo e total da desculpa oca. É aquela onde cabem todas as emoções, num transbordar emocional que, uma vez mais, soa a falso, sendo o enfoque maior na pessoa que faz o pedido do que naquela a quem é dirigido.

A negação da culpa - Quantas vezes não ouvimos este clássico: “a culpa não foi minha” ou “sou alheio ao que aconteceu”. Por vezes, em vez de assumir, opta-se por negar a culpa, escusando-se a esta, numa tentativa de proteção que não funciona. Se não tem culpa, então para que serve a desculpa?

A desculpa sincera - Nem sempre é fácil, mas pedir desculpa de forma genuína pode ter um resultado superior ao esperado. Há que ser humilde e assumir. E, para o fazer, para além de admitir o erro, deve incluir-se na desculpa a explicação o porquê daquilo que se fez ou disse estar incorreto, sem se esquecer de usar as duas palavrinhas mágicas (“peço desculpa”), tudo isto sem exigir nada em troca. Simples e eficaz.

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