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Como é que era a busca por trabalho em 1993? Era diferente, muito diferente.



Como é que era a busca por trabalho em 1993
Era diferente, muito diferente.

Em 1993, os computadores eram acessíveis a apenas alguns (poucos). As notícias vindas de fora davam conta da criação de algo chamado Internet, a mãe de todas as redes, mas a apresentação oficial desta novidade só foi feita aos portugueses um ano depois e, ainda assim, de uso exclusivo em algumas universidades. Telemóveis já havia: no fim do ano, as contas oficiais confirmavam a existência de 101.200 telefones celulares no país, na mesma altura em que se brindava à chegada do primeiro destes aparelhos com um preço abaixo dos 100 contos (cerca de 500 euros).

Em 1993 enviavam-se faxes, usavam-se disquetes e o “vá pelos seus dedos” era o lema por detrás da busca de contactos de particulares e empresas. Nesse ano, nascia a Multipessoal, cuja história acompanha a evolução do emprego no país nas últimas duas décadas e meia. Uma empresa portuguesa, líder no mercado dos Recursos Humanos, que centra a sua atividade nas Pessoas, elevando e potenciando as suas capacidades.

De lá até então muito mudou. A começar pelo mundo, que de analógico se tornou digital, imediato, rápido, em constante evolução. Com ele, também o mercado de trabalho ficou diferente, não só a forma de procurar emprego, que na altura se acreditava ser para toda a vida, mas as candidaturas, as entrevistas, os candidatos...

1993: o que foi não volta a ser
Era sobretudo nos jornais que se procuravam as vagas de emprego. Uma tarefa que levava os candidatos numa viagem pelas páginas de classificados, percorridas em busca da melhor vaga. Quando esta surgia, a viagem era outra, a caminho dos correios, isto depois de se ter recorrido à fotocopiadora, através da qual se faziam as cópias do currículo, em massa para se evitar ser apanhado desprevenido. Comprava-se o selo e lá ia o CV, enviado para a morada disponibilizada no anúncio, que na melhor das hipóteses chegava ao destinatário dali a alguns dias. Quanto à resposta, esta podia chegar pela mesma via ou por telefone.

O networking, ainda que desconhecido enquanto tal, já existia sob a forma de troca de impressões entre amigos e familiares. De resto, era através do boca-a-boca e da conversa que muitas vezes se ficava a saber que uma determinada empresa estava a contratar.

Em 1993, o que os candidatos queriam era o mesmo que se quer hoje: ser chamado para uma entrevista e conseguir o emprego de sonho. Isso não mudou, ainda que as entrevistas fossem na altura bem mais formais do que são hoje, com os empregos a durarem uma vida - ou pelo menos a desejar-se que assim fosse. Quanto aos conselhos, aos quais hoje se acede sem grande esforço, com diferentes formas e conteúdos, eram os mais velhos e mais sábios na altura os detentores de todo o conhecimento, conferido pela experiência.

2018: o futuro cada vez mais presente
É a Internet que serve hoje de fonte de informação. É graças a ela, seja através dos sites de emprego, dos motores de busca ou das redes sociais, que se conhecem as ofertas. A busca, essa não se compadece com horários de expediente: pode ser feita de noite ou de dia, a partir de casa, do escritório ou até mesmo da rua, dependendo da vontade e conveniência de quem procura.

É também através da Internet que se enviam as candidaturas, que se partilham os currículos, tudo isto sem que o esforço tenha que ser superior ao da busca. A exigência é a mesma: ter um computador ou um dispositivo móvel, a partir do qual é feita a candidatura.

Os currículos, esses são diferentes dos enviados em 1993, cortesia de um sem número de sites que, de forma gratuita, disponibilizam templates para todos os gostos. Da simples página impressa passou-se para o formato vídeo, para os CV em forma de infografias, com a imaginação, que não tem limites, a ser alimentada pelos recursos, também eles ilimitados.

As redes sociais são fonte de muita informação, algo que é hoje dado por adquirido, mas que faz apenas parte da história mais recente. Afinal, o LinkedIn só surgiu em 2003 e o Facebook apenas foi criado um ano mais tarde. E há também empresas, como a Multipessoal, com todas as suas valências, que orienta, aconselha, que serve de bússola, indicando o caminho de uma carreira de sucesso. Era assim, no início, em 1993, e continua a ser assim, 25 anos depois.

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