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Profissões em vias de extinção


Profissões em vias de extinção

Comparar empregos a dinossauros pode aparentemente não fazer sentido. Mas a verdade é que há algumas profissões que correm o risco de vir a acabar como estes animais, ou seja, extintas. Já nem falamos daquelas que a evolução tornou coisa rara, mais fáceis de encontrar nos livros de história do que na vida ativa, como é o caso do polícia-sinaleiro, do engraxador de sapatos ou do amolador, mas de outras, que até há pouco tempo eram opções de carreira e podem em breve vir a ser coisa do passado.

Já várias publicações, umas mais especializadas, outras mais generalistas, alertaram para esse facto, o de que há profissões que estão à beira da extinção, fruto de uma evolução tecnológica que as está a tornar obsoletas, desnecessárias e até mesmo redundantes. O Huffington Post, por exemplo, numa publicação recente, socorria-se de testemunhos de especialistas para identificar essa lista. A revista Forbes, reportando-se à realidade norte-americana, acrescentava mais algumas tarefas que assegurava terem os seus dias contados. E apesar de algumas diferenças, todas concordavam que as coisas estão a mudar e vão mudar ainda mais, dando lugar a novas tarefas, novos cargos e à eliminação de outros tantos. Como estes:

Tradutor - É verdade que já existem ferramentas online capazes de nos ajudar com pequenas traduções. Mas quem as usa sabe que deixam muito a desejar. São incompletas, dando muitas vezes origem a frases mal escritas e a informações incorretas, fruto das especificidades das línguas. Mas os especialistas concordam que, tendo em conta o peso desta indústria e os ganhos que pode gerar, os detentores das ferramentas já existentes vão investir e trabalhar no sentido de as tornar o mais perfeitas possível, pondo em risco a existência desta tarefa, pelo menos aquela que é praticada por mão humana.

Motorista - Há quem fale primeiro nos camionistas, mas quem vá mais longe vaticinando já o fim também da profissão de taxista e de todas as que impliquem transportar, seja mercadorias ou pessoas. E a culpa é, uma vez mais, da evolução tecnológica, que torna os carros que não precisam de condutor menos uma coisa de ficção científica e cada vez mais uma realidade.

Agente de viagem - As possibilidades de marcação de viagens, de escapadinhas, de fins de semana, são infinitas, com ofertas para todos os gostos e sobretudo para todas as bolsas. E a verdade é que estas nos chegam, a esmagadora maioria das vezes, por via online. São cada vez mais os sites que disponibilizam as marcações, dispensando a deslocação física a uma agência de viagem e, logo, dispensando este tipo de mediador.

Carteiro - Quantas cartas enviou nos últimos anos? Se pensar bem vai chegar à conclusão que se calhar não enviou nenhuma, ou que os dedos de uma mão são suficientes para as contar todas. O email é, atualmente, a forma dominante de envio de mensagens, pondo em risco a profissão de carteiro. É que, sem cartas, de que serve alguém para as distribuir?

Caixa de loja - Ainda os há, mas esta é outra das profissões que as novas tecnologias estão a colocar em risco. De resto, até já existem muitos espaços comerciais onde se dispensam, ainda que não totalmente, estes funcionários, deixado a cargo do cliente a tarefa de arrumar as compras e fazer o pagamento. Para já é apenas uma experiência, mas uma grande empresa de comércio eletrónico decidiu mesmo criar uma loja física onde o espírito do self-service é o único em vigor. Se a moda pega…

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