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O que um recrutador procura num perfil de LinkedIn: dicas que podem fazer a diferença


O que um recrutador procura num perfil de LinkedIn: dicas que podem fazer a diferença


Se tem uma conta de LinkedIn, então este post é para si. Se não tem, está na altura de criar uma! Esqueça qualquer preconceito que possa ter em relação às redes sociais e encare-as como mais uma ferramenta - que realmente são - para o ajudar a encontrar o emprego desejado, dando-lhe a visibilidade pretendida. Mas não basta ter um perfil. É preciso alimentá-lo com aspetos a que o recrutador possa dar mais atenção, para que o seu seja aquele que quem está à procura quer encontrar.


Curto mas incisivo - Começamos pelo início, o cabeçalho, aquelas linhas que surgem logo após o nome. De nada vale estar aqui com grandes dilações. Curta, mas incisiva, é assim que deve ser a sua descrição, capaz de mostrar quem é e o que faz. E, para isso, seis ou sete palavras são mais do que suficientes, mas sem perder de vista o interesse. Nada melhor do que deixar a pessoa que começou a ler com vontade de chegar até ao fim. Mas não se esqueça de ser autêntico.

Uma imagem vale mais que mil palavras - É pelo menos isso que garante a sabedoria popular, que aqui também se aplica. Mais do que uma simples imagem, a fotografia do perfil é a representação visual de quem está por detrás do perfil. Por isso, não se esqueça dela. Mas tenha atenção na hora da escolha, procurando uma em que mostre o seu lado profissional, mas sem deixar de ser quem é. Evite as imagens demasiado descontraídas (as da praia ou dos momentos em férias são boas para partilhar com os amigos, mas não para aqui).

Poucas e boas - Segue-se depois um pequeno resumo, cujo tamanho não pode (e não deve) ser proporcional à sua força. Ou seja, as linhas são poucas, mas devem ser ‘boas’, uma declaração forte, onde são descritos os pontos mais fortes do candidato. Não é suposto que seja uma lista exaustiva de tudo o que já fez na sua vida profissional, mas uma síntese dos aspetos mais importantes, daquilo que faz de si um candidato a ter em conta.

O que fez e como fez - Segue-se a experiência. O perfil de LinkedIn pode, de facto, ser encarado como o seu currículo online. E se o seu CV estiver bem organizado, então apenas tem que pegar nessa informação e transferi-la para esta rede social. Sem grande trabalho e sem grande dificuldade.
O que também convém lembrar - As Competências têm espaço reservado no Linkedin e podem bem ser aquilo que faz a diferença quando os recrutadores estão à procura, servindo como palavras-chave. Seguem-se os Trabalhos Voluntários, onde o candidato tem a possibilidade de mostrar o seu lado mais humano. E se é um facto que os recrutadores têm em atenção o lado profissional, nem só de trabalho se faz o homem ou, neste caso, o candidato. As Recomendações, que mais não são do que testemunhos daqueles que consigo se cruzaram na vida profissional, são capazes de validar muita da informação que disponibiliza, tornando-a mais credível. E com mais visualizações: as estatísticas mostram que os perfis com esta informação têm uma probabilidade 13 vezes maior de serem vistos. Seja de antigos colegas, de ex-chefes ou colaboradores, não se esqueça de lhes pedir uma recomendação.

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