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Está a repensar a sua carreira? Apague estas 3 ideias antes de pedir ajuda:


Está a repensar a sua carreira?

Apague estas 3 ideias antes de pedir ajuda:


Num mundo laboral em constante mudança, é natural que, a dado momento, queira ajustar o rumo de carreira. Para preparar estas fases, muitos profissionais recorrem a serviços de aconselhamento de carreira, como o Coaching ou programas de Career Management. No entanto, há expetativas erradas que, se não forem esclarecidas, podem ditar o insucesso do programa. Mas, “first things first”: quando é que estes apoios são uma mais-valia?

Cristina Rosa, responsável de programas de Career Management nas áreas de Banca e Finanças, resume os cenários mais comuns que levam à procura de aconselhamento de carreira: “são, sobretudo, fases de transição (para mudar de função ou motivadas por desemprego), para desenvolver competências ou criar um plano de progressão. No entanto, chegam-nos alguns profissionais com expetativas erróneas sobre os resultados ou o apoio prestado”.

Assim, se pondera fazer um programa de Coaching ou Career Management, estas são três ideias erradas a clarificar, para garantir que extrai o maior benefício possível:

No programa, irão criar-me o CV que passarei a usar.
Apesar da revisão do CV ser frequente, esta é uma visão redutora. Um motivo? Damos-lhe dois: primeiro, porque o programa é personalizado, logo, se procura emprego, fará sentido rever o CV, mas se pretende evoluir na empresa ou treinar competências comportamentais, o currículo pode não ser a prioridade. O segundo motivo prende-se com o modelo de trabalho: o especialista irá orientá-lo, pelo que não deve esperar apenas que lhe entreguem um novo CV, pronto a usar, até porque deverá adaptá-lo em cada candidatura.

O meu orientador irá oferecer-me emprego.
É importante compreender o que está a contratar: um especialista em recrutamento irá ajudá-lo a identificar um problema profissional e a adotar medidas para superá-lo. Mas isso não garante uma oferta. Claro que o contacto próximo com um orientador especializado na sua área é uma forma de networking e poderá trazer uma boa oportunidade. No entanto, esse não é o objetivo, que passa, sim, por conferir ferramentas para alcançar os objetivos pelos seus meios.

O orientador irá mostrar-me como resolver o meu problema profissional de imediato.
Aqui, a palavra-chave é “trabalho”. Contar com um profissional que recruta diariamente perfis similares e conhece profundamente o seu mercado é um apoio valioso que fará toda a diferença. Mas, por si só, não será suficiente. Conte com muito empenho de ambas as partes para determinar as reais necessidades, traçar um caminho para solucioná-las e muito “trabalho de casa” para se preparar e conquistar os seus objetivos.


Contributos:
Cristina Rosa
Manager Finance & Banking da Msearch

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